sexta-feira, 24 de setembro de 2010

A resposta do Conselho Nacional de Justiça

Tentando explicar o que,
no meu ponto de vista,
não tem explicação.
Vejam e tirem suas conclusões:




De: nao-responda@cnj.jus.br
Assunto: Ouvidoria - CNJ
Data: Sexta-feira, 24 de Setembro de 2010, 9:04

Registro Ouvidoria/CNJ: 18826
Ao Senhor

Lucas ...

A campanha em questão não tem qualquer conotação racista. A composição, com tons de cinza e roxo, tem única conotação de mostrar o lado sombrio que pode vir a existir da vida do regresso do sistema penitenciário, caso não consiga ser reinserido na sociedade com um emprego.



Obrigado pela participação.



Tarso Rocha
cnj
Conselho Nacional de Justiça
Ouvidoria
Anexo I - Supremo Tribunal Federal, Praça dos Três Poderes, S/N - Brasília (DF) - 70175-900


2 comentários:

Vinícius disse...

Realmente, a única coisa que mudou não foi nem a cor, mas só o tom. E outra, se houvesse uma conotação étnica, aonde foram parar os outros traços, como os lábios grossos e o nariz redondo?

Secretaria disse...

É que muitos dos nossos consensos sociais tem conotação racista, maschista e/ou homofóbica, por exemplo; dizer que a coisa está preta! porque o preto tem uma conotação ruim?! pq existe o negrito e não o branquito! em vez de apenas dizermos que está em destaque, assim como os palavrões como filho do puta! tem contação machista! e por aí vai, são muito exemplos...e eles estão difundidos e fazem parte de uma grade social embasada em poder, segregação, exotização...