quarta-feira, 21 de julho de 2010

Paçoca Vegan fácil de fazer


Ingredientes

  • 1 pacote de amendoin (500 gramas)
  • 1 pacote de bolacha maizena
  • 1 lata de leite condensado de soja ( ou uma e meia )
  • Opcional: 1 colher de creme vegetal (margarina)

Preparação

Primeiro torre o amendoin no forno ( não deixe queimar pois se quimar irá estragar o gosto do doce). Em seguida tire as cascas, isso dá um pouco de trabalho, poderá ser feito mais facilmente com um pano ou algo assim.. Depois bata os amendoins torrados e sem casca no liquidificador para obter pequenos grãos. Separe. Agora, bata também as bolachas no liquidificador. Em uma bacia, misturar o amendoin e a bolacha maizena triturados. Se desejar coloque uma colher de creme vegetal(margarina) e por fim uma lata de leite condensado de soja ( para a massa ficar mais consistente pode-se colocar um pouco mais que uma lata, usamos uma e meia mais ou menos ). Com a massa pronta despejar em um refratário ou forma, pressionar bem com uma colher ou com as mãos essa massa no fundo do recipiente para a paçoca sair certinha ao cortar, ficando bem compacta e não desmanchando na mão. Aí se possível cubra com uma papel plástico e coloque na geladeira por algumas horas.

Aí está pronto e muito gostoso!

Acho que, tirando a parte de tirar a casca do amendoin essa é a receita mais fácil que já postei no blog. Eu não inventei isso, a dica foi da minha querida mãe!!! : D

Aprovadíssima a receita! Aproveitem! : )

domingo, 18 de julho de 2010

Las semillas sangrando ( Canto a la tierra )

Uma amiga do Chile, Lorena Lopez, me enviou essa poesia e resolvi compartilhar também. Bem humanista e cheia de esperança:



Las semillas sangrando

( Canto a la tierra)


Cubierta de dolor,
crece la inocencia, por toda región..
las semillas sangrando
asoman , apenas sus años,
escapando del terror.

La tierra llora ...
desolada, decepcionada...
cuan vil es el ser¡¡¡¡
que asesina a un niño,
en el suelo del futuro...
cuanto egoísmo¡¡¡¡¡
delirante poder.

El temor..
compañero de su madre y de su cuna,
creciendo entre un juego y una ametralladora,
pasitos pequeños, corriendo de miedo¡¡¡
manos abandonadas,
por un mísero imperio.
Como no ha de llorar la tierra,
si algunos seres humanos,
matan a sus semejantes
esclavizan los pueblos,
destierran su sangre,
han impedido las rosas en nuestro suelo.

Abortan los sueños
de los niños naciendo,
la ironía del dinero
que cubre el alimento,
mas nos llena de tormento
cuando las armas crecen y aumentan
apuntando esos cuerpos,
aniquilando los juegos...
como no ha de sangrar la tierra¡¡?
si ve mutiladas sus semillas.

Vestida de humana,
a llegado la injusticia
mas, la delata
esa mirada oscura,
esas determinaciones poco claras,
defendiendo culpables,
quemando las verdades.
La tierra no lo perdonará¡¡¡
nuestra madre dejara de llorar,
los hermanos menores crecerán ,
la injusticia perecerá,
el sol sanará sus rayos
y las bombas explotaran la paz.

Ese día llegara....
mi niño lindo no arrancara más¡¡¡
los compañeros nos defenderán
nuestras vidas serán fusiles
nuestro coraje invencible....
nuestro cuerpo el escudo,
que fecundara tu futuro.

Ese día....mi niño,
nunca más morirás.

Paz Zulema.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Matérias: Radiojornalismo

Abaixo mais duas matérias que fiz para a disciplina de radiojornalismo. O áudio foi gravado em um celular e a edição foi feita no Audacity.

01/06/2010 - 2 minutos
Ficha Limpa poderá ser aprovada ainda esse ano

Entrevistados:
Josinaldo da Silva Veiga : Advogado e membro da comissão de direitos humanos da OAB
Estudantes: Eduardo Borges, Eduardo Ferrara e Mariana Pampa.
E Marilene Matias, Dona de Casa.

Trilha sonora: Bezerra da Silva - Candidato Caô


30/06/2010 - 3 minutos
Fim da campanha de vacinação contra a Gripe A H1N1 em Londrina


Pauteiro: Yuri Bobeck

Música no início e final: Ana Cañas: Vacina na veia. Confiram o clipe oficial no Youtube.

terça-feira, 13 de julho de 2010

Revoluções..


"Os vulcões arrojam pedras, as revoluções, homens. Espalham-se famílias a grandes distãncias, deslocam-se os destinos, separam-se os grupos dispersos às migalhas; cai gente das nuvens, uns na Alemanha, outros na Inglaterra, outros na América. Pasmam os naturais dos países. Donde vêm estes desconhecidos? Foi aquele Vesúvio, que fumega além, que os expulsou de si. Dão-se nomes a esses aerólitos, a esses indivíduos expulsos e perdidos, a esses eliminados da sorte: chamam-nos emigrados, refugiados, aventureiros"

Victor Hugo, Os trabalhadores do mar.

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Esse trecho precede a obra: "Nem pátria, Nem Patrão: Vida operária e cultura anarquista no Brasil" do Trotskista Francisco Foot Hardman que comecei a ler hoje. A imagem acima é do filme: "Germinal" de Claude Berri, adaptado do romance naturalista de Emile Zola. E acho mesmo que o trecho acima caiu como uma luva para pensarmos o início do século XX, período citado no livro e que estou estudando.

terça-feira, 6 de julho de 2010

Valores humanos em nosso século..

Quino, cartunista argentino autor da “Mafalda”,
Desiludido com o rumo deste século no que diz respeito aos valores humanos: